Rabiscos

Sol! Vem me buscar. Pega o braço, o corpo. Aquece a casa. Nasce, outra vez, na água do rio que brota na pedra.
Entrego o texto fechado: cartas, fotos, documentos. E, advogas.
Caixas, pastas, documentos, pilhas. Amontoa-se história nas prateleiras.

Lá está meu nome.
Homem sem tempo de poder me ver.
Orgulho. Quietude e coragem.

Não sou eu, és tu.
Escondo o segredo pequeno de te espiar …

Soltas o braço, bebes a música. E, deixo cair minha mão na tua mão.