indispensável / salva mesmo

com certeza, produtos indispensáveis na vida: água de colônia Johnson e sabonetes Phebo… não vou incluir o amor, isso já sabes / nem beijo, nem abraços. feijão com arroz, batatas fritas, na hora. música, muita música (obrigada Sérgio!), papel e lápis, cores, tintas. e claro, o mais importante: viver! Elizabeth M. B. Mattos – maio de 2026 – Torres – obrigada. agradecer é fundamental.

gostei desta…

FALA pra PENSAR não pensa pra falar

Descreve a guria Beth Mattos (risos) porque o citado / oxalá ganhe / é Ciro Gomes / quanto a Minas Gerais, maravilhoso estado / tenho minhas dúvidas: gente vendida é danado! Vou colocar um ponto. Elizabeth M.B. Mattos – abril de 2026 – Torres

ANSEIO por um destino

“Não podemos ser perdoados por uma fé supersticiosa numa criatura que será a solução de nossos anseios incansáveis? E, embora nossas preces possam nunca ser atendidas, embora possa não haver fim ao ciclo deprimente da incompreensão mútua, se os céus tiverem pena de nós, então podemos realmente atribuir o encontro com esse príncipe ou princesa a uma mera coincidência?” Alain Botton – Ensaios de Amor

A liberdade de pensar de pensar é a coragem de dar de cara com nossos demônios.

eu odeio não ter escolha senão correr o risco de amar você

A incapacidade de viver no presente talvez resida no medo de perceber que isso pode ser a chegada do que se desejou por toda a vida, o medo de deixar a posição de certo modo protegida da antecipação ou da memória, e, portanto admitir do modo tácito que esta é a única vida em que provavelmente (tirando a intervenção divina) se vai viver. (p.158)

Foto: Pedro Moog

lobisomem

a lua está, estupidamente, cheia e linda / começa abril /e tenho medo de lobisomem… mas acredito em ti, meu querido. se escreves eu te penso, se te calas, eu te penso, se te ignoro… eu te penso: afinal existes neste tarde dos anos… viver é tão bom! desastrosamente bom. Elizabeth M. B. Mattos – abril de 2026 – Torres

ELON MUSK

do meu sonho, do meu imaginário // motor/ inteligência e um continuum / apenas ele me mobilizaria, sem que eu fizesse perguntas para fazer o que pedisse… idiotizada Beth / defeitos / loucuras / o temerário e o sucesso, tudo importa… quero conhecer elon musk

tenho esta tendência esquisita // visionária // eu me apaixono pela ilusão, pela coragem, audácia ou por sentir um você / ele o elon musk ou em todos os corajosos a força que a menina Beth não encontrou / nem viveu… pensou? não sei. viver tem uma mágica que supera todas as mágicas // como compartilhar? com um beijo? um beijo? pode ser suficiente? um farol, uma indicação? não sei… Elizabeth M. B. Mattos – março de 2026 – Torres

esquecida a ARTE da GUERRA?

“Não existem mais do que cinco notas musicais, ainda que combinações entre elas crie mais melodias do que jamais será possível ouvir. Não existem mais do que cinco cores primárias, ainda que a combinação entre elas produza mais nuances do que se é capaz de perceber. Também não existem mais do que cinco sabores, mas as combinações dão origem a mais sabores do que se pode degustar.” (p.30) Capitulo V SUN TZU A arte da guerra

Escrito durante o século IV a. C., A ARTE DA GUERRA é um clássico da literatura mundial por ser o primeiro tratado militar de que se tem notícia. Atribuída ao general chinês SUN TZU, a obra é uma coletânea de disposições a respeito de táticas de combate e aniquilação dos inimigos.

Durante todos esses anos, o livro se manteve no topo dos mais populares entre os apreciadores de guerra (história de guerras fazem parte do crescimento/ desenvolvimento) do mundo e passou também a ser lido por públicos variados, interessados em aplicar os ensinamentos de SUN TZU nas relações de trabalho e pessoas interessadas em obter sucesso nas mais diferentes áreas.

Traduzido para dezenas de idiomas e lido por milhões de pessoas…

Imagino que é / seja atual. Atrevo-me a homenagear a OBRA

” Toda a luta é baseada na decepção, portanto, quando estiver pronto para atacar, aparente estar desarmado; quando usar forças, finja estar incapaz; quando estiver perto, faça o inimigo pensar que o perigo está longe, e quando estiver distante, eles devem temer sua proximidade. Assim, jogue a isca para fisgao. Dissimule desordem para então exterminá-lo.

Se o inimigo for poderoso, esteja preparado para ele. Se ele possui estratégia superior, esquive-se. Caso seu oponente possua um temperamento colérico, irrite-o. Finja ser fraco, e isso fará florescer a arrogância. Se ele estiver tendo facilidades, não o dê um minuto de descanso. Se as forças dele estiverem unidas, faça com que sejam dispersas. ataque quando ele estiver desprevinido.

[…] pode-se dizer que quem faz muitos cálculos em geral é vitorioso, e é isto o que torna possível antever quem está destinado a vencer ou fadado a derrota.”

encaixe na vida, no amor, nas relações e na tua guerra pessoal / contra ti / contra o mundo / contra os perigos / antecipe a vitória. EMBM

ah!

Como a gente tem que cuidar para não ser uma máquina de reclamação! Num piscar de olhos ; estou reclamando do tempo / da comida / dos preços / das dores / das coceiras / do marido / dos filhos / da idade! Enfim! Conversar fica sendo uma repassada no que chateia / quase tudo e o muito bom não menciono // será medo de “olho gordo”? Fotos clics / ótimo! Fica tudo lindo lindo! Um recadinho…que bom! Sem erro de ortografia, até estilo a IA fornece (risos). Tá danado ser a gente mesma e ponto. Aliás, pontuar é difícil mesmo, analise sintático (um jogo divertido) esquecemos? Pensar tá difícil: a gente fica o tempo todo pensando em prazer, viajar e ser chic?! Sei lá… E hoje pode tudo, moda, ser, não ser… tá difícil! Elizabeth M. B. Mattos – março de 2026 – Torres quente quente quente / dorme-se no calor e… claro, acordamos com calor! Muitas e muitas chuveiradas!

bio / pode ser / palavra biografia / biofantasia / biomemória / biomemorável

sou eu a me explicar / do fim pro começo, do começo pro fim como se apenas noventa anos pudessem mesmo significar…. não setenta, talvez, cinquenta marca a hora das perguntas. escondo meu namorado atrás da poltrona, em baixo da estreita cama. coloco muitas muitas flores pelo apartamento como explicação // sempre estou a querer explicar o inexplicável / aquela paixão deslocada, ocupada com dono de cartório e tudo o mais. as rejeições fundamentais, o caminho de surpresas? por onde exatamente eu devo começar? queixar-me ou vangloriar-me dos músculos / dos olhos e da velocidade? no momento, não. definitivamente decidi que a Moby Dick não vai ser caçada, aliás, nenhum cetáceo… por favor, deixar o mar ser mar livre. deu dor no mundo / uma indignação com a caça… como podemos ser tão levianos, despreocupados, egoístas? já irresponsáveis com os cães, com os gatos, com os passarinhos, com os tigres, com a terra, com as ilhas, com filhos, com a terra e agora o mar… descuido. é para ser biográfico / deveria ser o eterno (porque sempre recomeçado) texto sobre uma história que termina em estória / contar uma vida de hoje, de ontem, importa? todas me parecem estupidamente misturas! o meu vestido de renda é o teu, aquela saia fantástica que mandei fazer, eu me desfiz… outras, ridiculamente iguais, a tantas outras, se amontoam… a fantasia foi pro lixo, e no cofre estranhas joias impossíveis. as que podiam significar as ladras ( sei quem foi, mas não adiantou) levaram… chega dentro de mim aquela raiva arrumada porque Jorge se importou tão pouco embora sua coleção de armas antigas também tenha sido levada (armas conseguiu de volta)/ aquele poço de horror e medo quando a casa é invadida e nossas coisas levadas / descuido estúpido, sei lá… conhecia todos os cantinhos e detalhes… coisas / objetos que gritam pelo nosso nome e desaparecem… sem valor nenhum… porque, não me diz mais respeito. importa meu bolso, agora, cheio de pedrinhas que recolhi ontem quando fui a praça. Elizabeth M. B. Mattos – março de 2026 – Torres

estética

consegui avançar na ordem da casa / ordeno objetos: prioridade de um, ou de outro. significado das pedras, dos livros. o passado de um certo pote, este ou aquele castiçal. uma caixa objeto, um copo de cristal cheio de lápis // fetiches, não sei. os discos, o movimento das revistas… a casa se movimenta: o espírito caminha… eu me sinto eu. Elizabeth M. B. Mattos – março de 2026 – Torres com sol e calor.