completamente sem roupa …. nua
ELON MUSK
do meu sonho, do meu imaginário // motor/ inteligência e um continuum / apenas ele me mobilizaria, sem que eu fizesse perguntas para fazer o que pedisse… idiotizada Beth / defeitos / loucuras / o temerário e o sucesso, tudo importa… quero conhecer elon musk
esquecida a ARTE da GUERRA?
“Não existem mais do que cinco notas musicais, ainda que combinações entre elas crie mais melodias do que jamais será possível ouvir. Não existem mais do que cinco cores primárias, ainda que a combinação entre elas produza mais nuances do que se é capaz de perceber. Também não existem mais do que cinco sabores, mas as combinações dão origem a mais sabores do que se pode degustar.” (p.30) Capitulo V SUN TZU A arte da guerra
Escrito durante o século IV a. C., A ARTE DA GUERRA é um clássico da literatura mundial por ser o primeiro tratado militar de que se tem notícia. Atribuída ao general chinês SUN TZU, a obra é uma coletânea de disposições a respeito de táticas de combate e aniquilação dos inimigos.
Durante todos esses anos, o livro se manteve no topo dos mais populares entre os apreciadores de guerra (história de guerras fazem parte do crescimento/ desenvolvimento) do mundo e passou também a ser lido por públicos variados, interessados em aplicar os ensinamentos de SUN TZU nas relações de trabalho e pessoas interessadas em obter sucesso nas mais diferentes áreas.
Traduzido para dezenas de idiomas e lido por milhões de pessoas…
Imagino que é / seja atual. Atrevo-me a homenagear a OBRA
” Toda a luta é baseada na decepção, portanto, quando estiver pronto para atacar, aparente estar desarmado; quando usar forças, finja estar incapaz; quando estiver perto, faça o inimigo pensar que o perigo está longe, e quando estiver distante, eles devem temer sua proximidade. Assim, jogue a isca para fisgao. Dissimule desordem para então exterminá-lo.
Se o inimigo for poderoso, esteja preparado para ele. Se ele possui estratégia superior, esquive-se. Caso seu oponente possua um temperamento colérico, irrite-o. Finja ser fraco, e isso fará florescer a arrogância. Se ele estiver tendo facilidades, não o dê um minuto de descanso. Se as forças dele estiverem unidas, faça com que sejam dispersas. ataque quando ele estiver desprevinido.
[…] pode-se dizer que quem faz muitos cálculos em geral é vitorioso, e é isto o que torna possível antever quem está destinado a vencer ou fadado a derrota.”
encaixe na vida, no amor, nas relações e na tua guerra pessoal / contra ti / contra o mundo / contra os perigos / antecipe a vitória. EMBM
ah!

Como a gente tem que cuidar para não ser uma máquina de reclamação! Num piscar de olhos ; estou reclamando do tempo / da comida / dos preços / das dores / das coceiras / do marido / dos filhos / da idade! Enfim! Conversar fica sendo uma repassada no que chateia / quase tudo e o muito bom não menciono // será medo de “olho gordo”? Fotos clics / ótimo! Fica tudo lindo lindo! Um recadinho…que bom! Sem erro de ortografia, até estilo a IA fornece (risos). Tá danado ser a gente mesma e ponto. Aliás, pontuar é difícil mesmo, analise sintático (um jogo divertido) esquecemos? Pensar tá difícil: a gente fica o tempo todo pensando em prazer, viajar e ser chic?! Sei lá… E hoje pode tudo, moda, ser, não ser… tá difícil! Elizabeth M. B. Mattos – março de 2026 – Torres quente quente quente / dorme-se no calor e… claro, acordamos com calor! Muitas e muitas chuveiradas!

bio / pode ser / palavra biografia / biofantasia / biomemória / biomemorável

sou eu a me explicar / do fim pro começo, do começo pro fim como se apenas noventa anos pudessem mesmo significar…. não setenta, talvez, cinquenta marca a hora das perguntas. escondo meu namorado atrás da poltrona, em baixo da estreita cama. coloco muitas muitas flores pelo apartamento como explicação // sempre estou a querer explicar o inexplicável / aquela paixão deslocada, ocupada com dono de cartório e tudo o mais. as rejeições fundamentais, o caminho de surpresas? por onde exatamente eu devo começar? queixar-me ou vangloriar-me dos músculos / dos olhos e da velocidade? no momento, não. definitivamente decidi que a Moby Dick não vai ser caçada, aliás, nenhum cetáceo… por favor, deixar o mar ser mar livre. deu dor no mundo / uma indignação com a caça… como podemos ser tão levianos, despreocupados, egoístas? já irresponsáveis com os cães, com os gatos, com os passarinhos, com os tigres, com a terra, com as ilhas, com filhos, com a terra e agora o mar… descuido. é para ser biográfico / deveria ser o eterno (porque sempre recomeçado) texto sobre uma história que termina em estória / contar uma vida de hoje, de ontem, importa? todas me parecem estupidamente misturas! o meu vestido de renda é o teu, aquela saia fantástica que mandei fazer, eu me desfiz… outras, ridiculamente iguais, a tantas outras, se amontoam… a fantasia foi pro lixo, e no cofre estranhas joias impossíveis. as que podiam significar as ladras ( sei quem foi, mas não adiantou) levaram… chega dentro de mim aquela raiva arrumada porque Jorge se importou tão pouco embora sua coleção de armas antigas também tenha sido levada (armas conseguiu de volta)/ aquele poço de horror e medo quando a casa é invadida e nossas coisas levadas / descuido estúpido, sei lá… conhecia todos os cantinhos e detalhes… coisas / objetos que gritam pelo nosso nome e desaparecem… sem valor nenhum… porque, não me diz mais respeito. importa meu bolso, agora, cheio de pedrinhas que recolhi ontem quando fui a praça. Elizabeth M. B. Mattos – março de 2026 – Torres

estética
consegui avançar na ordem da casa / ordeno objetos: prioridade de um, ou de outro. significado das pedras, dos livros. o passado de um certo pote, este ou aquele castiçal. uma caixa objeto, um copo de cristal cheio de lápis // fetiches, não sei. os discos, o movimento das revistas… a casa se movimenta: o espírito caminha… eu me sinto eu. Elizabeth M. B. Mattos – março de 2026 – Torres com sol e calor.
sempre a mesma expectativa…
sigo tentando não te pensar / nem em Peter Pan nem em Robinson Crusoé // mas gosto dos dois. estou dando a volta ao mundo com Herman Melville. sei o que pensas: pra variar, deveria pensar em mim mesma, ou me apaixonar outra vez por um novo estranho… e não seguir a caça de Moby Dick: “Pois bem, senhores, varrer a coberta do navio é uma espécie de trabalho doméstico que não se deixa de fazer todas as tardes, a não ser que açoitem as mais furiosas borrascas; e já conhecem-se casos em que já se realizou esse trabalho, no próprio momento em que o navio afundava. Tal, meus senhores, a inflexibilidade dos costumes marítimos e o amor instintivo dos homens do mar pela limpeza.” (p276) sou filha de marinheiro // os meus instintos são imperiosos: de amor, de alucinação amorosa mesmo. assim, a vida, a minha, é invadida por estranhos e curiosos hábitos… como, no meu caso, ter saudades tuas. intensas saudades na tua prolongada e silenciosa ausência, eu te penso. e, eu te penso. te pensar… seria isso amor ou punição? e recomeço a limpar, polir e perfumar a casa, a qualquer momento podes chegar… e tudo estará em perfeita ordem, meu querido.
“Acima com o timão! Até dar a volta ao mundo. A volta ao mundo! Que sentimento de orgulho podem inspirar essas palavras! Porém, aonde conduzirá toda essa circunavegação? Através de inúmeros perigos, apenas ao mesmo ponto de partida, onde aqueles a quem deixamos atrás, seguros, apesar de tudo, vão sempre adiante de nós.” (p.266)
vou seguir minha viagem te amando. Elizabeth M. B. Mattos – março de 2026 – Torres
juventude é uma chave…
esplêndido quando usamos a chave e abrimos portas proibidas sem medo: não podemos nos esquecer de explorar, apreender, prender dentro o que importa, aos poucos, aos poucos um certo medo vai nos enclausurando no mesmo… o mesmo do mesmo, nada tão proibido que este espelho. a coragem é solitária… eu sei… amedrontadora, mas não podemos encerrá-la nem libertá-la artificialmente… coragem meu amigo, sem bengalas, experimenta. viver é muito bom! Elizabeth M. B. Mattos – março de 2026 – Torres
ah! um calor pegajoso e já não é mais verão

seria bom?
seria bom, por um momento, parar / interromper o fluxo do pensamento / que incluiria, é claro, o fluxo do olhar e parar de pensar / sem dormir /? como que recomeçar bebê / comer, dormir, brincar com as mãos, dormir outra vez para ter certeza que tudo seria outra vez, tudo… em ritmo felicidade / fazer. o nada é um reduto preguiçoso / um inferno branco. sei lá! eu acordo a limpar a pensar e ver com tamanha avidez! // parece que as pessoas não cozinham nem fazem mais / elas se afundam em olhar olhar olhar… o que exatamente elas veem? já se tornou repetitivo / espelho o tal outro / o mundo repete as mesmas praças / o mesmo feérico ir e vir! as vitrines / os manequins se repetem e agora os pequenos robôs se reproduzem como higiênicos filhos obedientes. a rir deste mundo mecânico e moderno… uma caixa dentro de outra caixa… pensar se transformou numa aventura quase selvagem… Elizabeth M. B. Mattos – março de 2026 – Torres meio a temporal / calor / ventos e esquisitices…

ilusão ou sonho
nada a não ser a luz acesa nos teus olhos, a presença do teu corpo. continuas no meu abraço. não pertencemos um ao outro… mas um dia dois, ou já são três? cá estás… sensação de pertencimento. eu me entrego, ou tu te entregas? é saudade. tanto tempo separados! por quê? quero a vida. és a vida. pertenço a tua vida, pertences a minha vida. plenamente. reinventaste para mim, comigo, os gestos da vida. reinventaste meu corpo, um uso do meu corpo, pelo menos, já não mais estritamente uma economia de existir / de sobreviver, mas o de entregar-se… desperdício amoroso negar. agora, saio da ilusão, do sonho, de mergulho de vida… volto para lugar nenhum, qualquer lugar, o que dá no mesmo… minhas raízes doravante estão em lugar nenhum, qualquer lugar… às vezes quero voltar para casa, quero que seja como sempre foi… não a sensação pungente de exílio. coisas e sentimentos secretos de amor: o lugar nenhum, nenhum lugar – o nosso? o meu? Elizabeth M. B. Mattos – março de 2026 – Torres
frágil felicidade de viver – apetite de viver. a avidez me impede de respirar, é isso? esta vitalidade não evita a minha vulnerabilidade / outra vez, tão menina!