destruir

Estupefação com o apedrejamento… Não existe mediação, mas ataque. Impressiona como ódio e raiva,  poder e vilania se manifestam. O encontro não é encontrar a si próprio, mas destruir o outro… E convivi pacificamente com este e aquele. Sem inquérito nem crucificação. Em que momento se assume a direita ou a esquerda, encruzilhada definitiva, não apenas um caminho para chegar nas cerejeiras ou nas laranjeiras, ou passar pelas amoreiras, pelo roseiral, mas alimentar diferenças. Tenho lágrimas.  Não deveria ser necessário o inferno. E.M.B. Mattos

registro da memória

alma cansa mais (2018-01-09 19:54)

O corpo resmunga geme inquieto, e se espreguiça no cochilo. Seguiria polindo se apenas ele,o corpo, reclamasse. Mas alguém mais reclama, boceja, cochila e se estica, a alma.  Orgia de amorosa loucura!

Sem noivo, sem casamento, não fui ao Rio de Janeiro. Os cadetes galonados dançam com as moças-debutantes. Paulo Roberto Pegas deveria ter sido meu par, mas… (curiosidade), dançou foi com Suzana. Majestoso acontecimento no Palácio das Laranjeiras, no Rio de Janeiro. Meus quinze anos eram insuficientes, os vinte anos da irmã, melhores. Não viajei, aquela valsa não dancei. Somos feitos de tantas coisas que não fizemos / apenas sentimos…

…, histórias! O hoje, o momento certo, é agora. Tu dizes que tu me gostas, ou que me sonhas, fantasias…, histórias. Eu me apaixonei pelo amor impossível, e somos nós! Da memória o registro. Elizabeth. M. B. Mattos – março de 2019  Torres. Volta pra mim!

flor

Adoro cor e flor, o jeito deste detalhe, no recorte: o intenso desarrumado em tanta beleza de azul roxo rosa…, e flor. Estas cores! Sim as telas, os jardins a mata pode/tem esta conversa maior sem som, numa vibração ensurdecedora! Adoro! Gosto /quero flores! Elizabeth.M.B. Mattos – março de 2019 – Torres

A imagem pode conter: flor, planta e natureza

choramingo

Olhei tua foto. Sei lá de que data, e me surpreendo com o que estamos a fazer enfiados nos comentários do Amoras, mais ou menos escondidos, mas tens razão, já na rede, os nomes se cruzam. Estremeci. Tens coisas importantes e sérias a fazer. Tens compromissos, convicções. Nos vestimos de meninos e nos esquecemos do tempo. Tu não sabes quem eu sou, nada tenho que lembre a menina…. Fora da realidade. Nem podemos nos  ver / encontrar. O que faríamos de nós dois? Olhei a tua foto. Por um minuto, vivo: carne e osso. E tudo não passa de ficção: texto colorido cinzento, choramingo. O que estamos mesmo a nos dizer? Elizabeth M.B. Mattos – março de 2019 – Torres