Feira de Milão com PANTOCHE

LATTOOG  em Milão

PANTOCHE gigante

ESTA FOTO ESTÁ LINDAAAAAAAAAAAAAA

JORNAL PEDRo pedro ITALIANO

Cadeira premiada faz roteiro internacional

Sucesso!

E eu vibro

 

Abril de 2018

LATTOOG, mais do que a fusão entre os nomes dos sócios, o arquiteto Leonardo Lattavo e o designer Pedro Moog, é a proposta de uma experiência inovadora em design e arquitetura, marcada pela pluralidade de duas formações diferentes mas complementares. O que entre 1998 e 2003 era apenas um hobby, um exercício de criatividade que se inseria nas atividades artísticas da dupla, – que incluíam também pintura, escultura e desenho –, torna-se oficialmente, em 2004, sua principal ocupação.
Os produtos Lattoog têm o mérito de aliar o racionalismo das tecnologias de ponta à intuição, poética e subjetividade dos objetos de arte. O resultado: peças funcionais com linhas harmônicas, ora orgânicas e sinuosas, ora geométricas e rascantes. Utilizando elementos valiosos à nossa cultura, como tacos de madeira, azulejos estampados, gradis das casas de subúrbio, e os grafismos dos calçadões de pedra portuguesa, a Lattoog abre caminho em direção à internacionalização do design brasileiro sem perder sua ginga carioca.
Um movimento similar ao conceito de “antropofagia cultural” de Oswald de Andrade, impulsiona os criadores Lattavo e Moog. As influências externas, longe de serem negadas, são “devoradas e transformadas em cultura brasileira e revolucionária”. A série “Viralatas” traz móveis híbridos, união de dois que resultam num terceiro, diferente e único, trazendo mais uma vez a marca brasileira da miscigenação e mistura. A primogênita desta série – a poltrona Pantosh, já é um clássico e materializa essa ideia de hibridismo surgindo a partir da fusão de duas outras peças.
No processo criativo, o desenho a mão é a base principal de quase todos os móveis da empresa, apoiada por experimentações em chão-de-fábrica e uso de diversas tecnologias digitais. Como define Leonardo: “não somos especializados em marcenaria, metalurgia ou estofaria, somos especializados em bom desenho e boas ideias”.

LEO E PEDRO PANTOCHE

PEDRO E LEOOOOOOPANTOCHE

Pantoche com o PEDRO

 

PANTOCHE NOITE

Exposição em Milão casas de passarinhoooooo

se eu te digo

…,se eu te explico/digo que sinto ao te pensar, bem, não digo. Já vermelho em fogo tu estás. Se eu te digo o que me ocorre neste longe, não virás. Insaciável desejo de apaixonar. Estou Estás, ela também Está Estamos. Sorrindo.

Se eu te digo o que sinto a te pensar estremeço com beijo no meu beijo teu beijo a me abrasar. São rimas de brincar. Encontro o teu olhar! Lá estás e me espiar. Vento de/em Torres – Elizabeth M.B. Mattos – abril de 2018

Solilóquio

Mas não tem importância,

aqui estamos nós

outra vez… À distância,

eu sei, mas ainda a sós.

Que importa, eu nunca fiz

sonhos de perspectiva

e uma chaga furtiva 

vale uma cicatriz.

E ainda que não houvesse

nem uma nem outra,

quem muito busca encontra:

tu vens, tu me apareces. Bruno Tolentino – As horas de Kathalina

MARAVILHOSA FOTO sabine

Desenho – Nick Bantock – artista plástico, ilustrador e criador de Griffin&Sabine

queixumes introspectivos

Sabine/ Eu estava agarrado à lógica como um salva-vidas. Agora, num piscar de olhos, estou tentando seguir minha intuição. Vejo o reflexo de um samurai no vidro de um quadro e viajo para o Japão – a razão foi descartada e vou para onde as vozes do momento parecem me levar. Sou o bárbaro que espreita os templos de Kioto em busca da antiga sabedoria; me afogo na estética, esperando que ela purifique o observador. Estes são meus queixumes introspectivos. Sou uma criança mimada –  por que não consigo crescer ? Pergunto sinceramente. Se você souber a resposta, me diga. Se eu pudesse desenhar o que sinto por você, eu desenharia. Com amor Griff

ADORO vocÊ SABINEEEE

 

boa foto sabine.jpgfragmento carta sabineLINDA FOTO sabine

Griffin – a ideia de universos paralelos é grandiosa demais. Isso eu sinto, é algo mais pessoal: nossa tenacidade está sendo posta à prova. Se resolvermos nosso problema, ganharemos um ao outro como recompensa. Eu adoro você. Sabine

 

Na qual  A EXTRAORDINÁRIA CORRESPONDÊNCIA de Griffin&Sabine Continua

 

Eu te sinto perto.

 

 

 

sem te beijar

 

[…],”lembrar-se com prazer de alguns encontros marcantes, exultar secretamente quando algo acontece exatamente como havíamos previsto, atender ao telefone e escutar tua voz, achar que o tempo esfriou demais e que poderíamos até vestir um casaco de lã, olhar tua foto menino e rir outra vez, surpreender-se com a juventude das pessoas a sua volta e ter aulas com um(a) professor(a) de informática de 25 anos, colar meus lábios nos teus sem te beijar, emocionar-se porque sua mãe sempre dizia ter uma cabeça de 20 anos e seu pai não a reconhecia mais, sentir a dor desaparecer lentamente quando a morfina penetra o corpo, dormir oito horas de sono e acordar pensando em  ti, gostar de vozes graves ou hesitantes ou bem – postadas ou veladas ou calorosas ou risonhas ou suaves e conceder um físico e uma idade eterna a cada uma delas, escutar os teus medos escondidos nos meus medos, ferver por dentro diate da estupidez feliz, da covardia ou da maldade de certas pessoas, convidar-te pela milésima vez a ir ao cinema e ouvir a tua recusa, encontrar, de repente, a solução de um problema que atazanava a paciência havia muito tempo, colher margaridas crisântemos escabelados hortênsias e rosas, escutar silenciosa o dedilhar do teu violão, receber um presente que te agrada em cheio ou um sinal de amizade ou cartão-postal, ter e guardar segredos, ter uma imaginação fértil, desfrutar de um clima agradável …” (p.26 – 82) Françoise Héritier – O Sal da Vida / O que faz a vida VALER A PENA – Editora Valentina Rio de Janeiro – 2013

“Trata-se, pura e simplesmente, da maneira de fazer de cada episódio da sua vida um tesouro de beleza e graça, que aumenta sem parar, sozinho, e nos renova a cada dia.”

O ‘eu’ não é somente aquele que pensa e que faz, mas aquele que sente e experimenta, segundo as leis, uma energia interna subjacente, incessantemente renovada. Se fosse totalmente desprovido de curiosidade, de empatia, de desejo, da capacidade de sentir aflição e prazer, o que seria esse ‘eu’ que, além do mais, pensa, fala e age?

“O mundo existe por meio dos nossos sentidos, antes de existir de maneira ordenada no nosso pensamento, e temos de fazer de tudo para conservar, ao longo da vida, essa faculdade criadora dos sentidos: ver, ouvir, observar, entender, tocar, admirar, acariciar, sentir, cheirar, saborear, ter ‘gosto’ por tudo, por todos, pelo próximo, enfim PELA VIDA.

 

junto

Se existe olhar palavra risada, ou uma flor no meio do caminho …

Estar contigo importa. O que mobiliza encanta/ chama/ faz acontecer é pensar que podes estar comigo. Estar junto  …, tão bom!  Elizabeth M.B. Mattos – abril de 2018 – Torres