Athayde e Bohrer

Athayde e Bhorer

PRIMEIRA COMUNHÃO em GUAÍBA

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1929

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1933

Clóvis de Athayde Bohrer e Telmo de Athayde Bohrer

sobrinhos de Otaviano Alves de Athayde

filhos de Felícia de Athayde Bohrer, a Dinda 

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1935 uma lembrança do primo mais velho, Júlio de Athayde Bohrer

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A Dinda

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JOANA ALVES de ATHAYDE

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Colégio Santa Catarina  Hamburgo Velho

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ATHAYDE Bohrer e Alves de ATHAYDE

Julio de Athayde Bohrer

Clóvis de Athayde Bohrer

e Telmo de Athayde Bohrer

os primos irmãos

ANITA DE ATHAYDE e JOANA DE ATHAYDE

minha mãe Anita e minha tia Joana

filhas de Otaviano Alves de Athayde

Nesta foto Roberto Menna Barreto Mattos e Anita de Athayde Mattos

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Colégio São José 1935

Colégio São José 1935

As formandas – São Leopoldo – 1935

Anita de Athayde oradora da turma:

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Exmo. Sr Othelo Rosa, D.D. Secretário de Educação e Saúde Pública, caro Paraninfo, Imo. Sr. Cel. Teodomiro Porto da Fonseca, Exmo Sr. Cel Antenor Barcellos de Amorim, Sr Madres e Irmãs, Caros Professores – Dona Estela Daudt  e Lucia Alencastro, Dr. Jorge Paleikat, SR. Jorge Black e Tte Mario Tompson Flores, homenageados nossos.

Meus senhores, Colegas:

“Vamos deixando um pouco de nós mesmos pelos lugares aonde  passamos e a vida é plena de momentos significativos que o tempo leva sem que os indivíduos deles se apercebam. Em tudo o que passa pela vida fica uma partícula daquilo que somos; de tudo o que se nos aparece no caminho, vai conosco algo do que seremos; e assim tudo o que nos fez vibrar fica sendo um pouco de nós mesmos enquanto, por nossa vez, aprendemos a piedade para com as coisas e para com os homens. À medida que evocamos os dias já vividos, sentimos a força que a eles nos prende e a intensidade com que influem no perpassar de novos dias. Momentos há, porém, em que a súbita transmutação de aspectos e cenários revela acontecimentos tão significativos na vida que o indivíduo se obriga a escutar o coração, enquanto a alma se comove toda inteira no turbilhonante entrechoque dos sentimentos. Para nós é chegado este momento todo palpitante de emoções. Alunas deste colégio que viu passar a nossa adolescência, eis – nos, já moças, transpondo o limiar em que ingressamos quase crianças ainda. O primeiro passo foi dado, e aqui começa a jornada. Antes de partirmos, digamos o que nos levou a solicitar do Sr. Othelo Rosa. M. D. Secretário de Educação e Saúde Pública, a honrar de paraninfar nossa turma. Nesta casa, aonde viemos dessedentar nossas inteligências com algumas gotas de sabedoria profana, e alimentar nosso espírito no estímulo da religião do Cristo, nesta casa, aprendemos a cultuar os verdadeiros valores. Daí a origem do nosso gesto. Sr. Othelo Rosa, como paraninfo nosso, permiti vos veja apresentada a mais sincera homenagem com o “obrigada’ desta turma que mereceu a partícula distinção de receber como protetor, uma das mais legítimas glórias rio-grandense, uma das figuras mais destacadas nas letras gaúchas, um dos maiores benfeitores da instrução de nosso Estado. Fale de seu valor, seu próprio nome a se impor cada vez mais como autoridade reconhecida nas questões de Ensino Sr. Othelo Rosa, as alunas mestras deste colégio, que de vossas mãos acabam de receber diploma, agradecem a gentileza com que lhes acolheste o convite, abrilhantando esta solenidade com vossa presença. (…)

Anita de Athayde

minha mãe Elizabeth Mattos

Colégio São José – São Leopoldo – 1936

005Foto – 1935

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OTAVIANO ALVES DE ATHAYDE

meu vô materno

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IBERÊ e Giorgio de Chirico

IBERÊ e Giorgio de Chirico

Iberê aprendeu com o mestre o modo de trabalhar, de misturar as tintas, os pigmentos. Já o filósofo e sociólogo Jacques Leenhart lembra que há, inclusive, figuras emblemáticas que aparecem na obra de ambos, ainda que de maneira diversa ´caso dos manequins e até mesmo dos carretéis, tão caros a iconografia de Iberê.

Porto Alegre, quinta-feira, 8/12/2011 ZERO HORA

Banco Colméia

POLTRONA BURLE MARX

A poltrona BURLE MARX, da LATTOOG, é um dos sucessos: encaixes de madeira aparentes têm cortes que remetem ao traço do paisagista que dá nome à peça.

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A base lateral MARIPOSA dá um charme diferente a qualquer ambiente: criação da Laattoog Design em 2010.

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Em seus trabalhos, Leonardo e Pedro apostam na criatividade. Em cada uma das peças há um grande apelo estético. “Sempre que vejo peças legais aproveito para meus projetos. Já usei a Pantosh em vários deles, tanto em apartamentos quanto em escritórios” atesta o arquiteto Leandro Esteves, fã das peças da LATTOOG, fazendo referências às cadeiras e poltronas Pantosh, que nasceram a partir da fusão dos conceitos de duas peças premiadas: a cadeira Panton, do arquiteto dinamarquês Verner Panton, datada de 1968, com a poltrona Willow, do arquiteto escocês Charles Rennie Mackintosh criada entre 1902 e 1904.

Os criadores dizem que a Pantosh faz parte da série chamada Viralata, que é composta por diversas peças entre móveis, objetos e elementos arquitetônicos que são resultado de um processo de “cruzamento” entre móveis e objetos. A ideia, que traz referências fortes das raízes da cultura brasileira, recebeu o Prêmio Idea Brasil em 2009. Foi, também, finalista das premiações do Museu da Casa Brasil 2009 e da internacional If Awards 2009, em Frankfurt, na Alemanha.

A última peça premiada foi a Poltrona Temes, que venceu, em 2011, o Prêmio TOP XXI em São Paulo. O desenho também nasceu da fusão de dois ícones do desing moderno: a cadeira de Joaquim Tenreiro, projetada entre os anos 40 e 50, e a La Chaise, de Charles and Ray Eames, feita em 1948. O empresário Rogério Noel, da Casa e Forma, no Bingen, diz que as pessoas, hoje, já se preocupam com o valor agregado dos móveis. “O consumidor procura algo mais no móvel. Ele quer tecnologia, desing, qualidade. O móvel tem que ser durável e também ecologicamente correto”, diz ele, citando as peças da LATTOOG.                          

Lattog Desing é,hoje, uma das principais empresas de criação e fabricação de móveis no Rio. Tem a frente a dupla carioca Leonardo Lattavo e Pedro Moog, que criou seu primeiro móvel em 1999, muito antes da formalização do negócio. Era o sofá KNOT, que ainda hoje é uma das principais peças da Lattog Desing. Pedro e Leonardo contam que entre 1999 e 2003 o design e fabricação de móveis eram atividades secundárias para a dupla. Só em 1003, ao ver a capa da revista italiana com um móvel dos Irmãos Campana criado em 2002 (o sofá Boa), perceberam que deveriam levar o negócio mais a sério. Isso porque a criação tinha conceito  similar ao sofá Knot. Em 2004 a dupla começou oficialmente a produzir móveis, objetos e a fazer projetos de interiores. Em 2005 surgia o nome LATTOOG uma fusão dos sobrenomes dos dois sócios (Lattavo e Moog) – que sintetizaria o processo criativo da dupla que buscava, apesar das muitas diferenças, uma única coisa, originalidade. Apesar de pouco tempo de existência a Lattog já faturou vários prêmios e conquistou espaço em publicações nacionais e internacionais de design. Também participou de exposições dentro e fora do país,entre elas a Global Edit, em Milão, na Itália, com uma seleção de designers feita pela revista Wallpaper.

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O banco Colméia, ao lado e no detalhe, acima, revela um grafismo semelhante ao visto em peças de artesanato.

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CASA&CAMPO, março 2013

LATTOOG

A CARA DO RIO

Móveis com a cara do RIO

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Novos DESIGNERS CARIOCAS ABUSAM DA CRIATIVIDADE E CONQUISTAM O MERCADO

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 Não é de hoje que móveis de designers brasileiros fazem sucesso no mercado. Humberto e Fernando Campana – mas conhecidos como os Irmãos Campana  – e Sergio Rodrigues, por exemplo, ganharam fama nacional e internacional abusando da criatividade em seus trabalhos e, hoje, servem de referência para os mais jovens. é o caso de LEONARDO LATTAVO e PEDRO MOOG, que há sete anos criaram a LATTOOG. Apesar de pouco tempo no mercado, eles já tiveram peças premiadas em concursos dentro e fora do país e estão entre s mais requisitados do mercado.

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  A POLTRONA PANTOSH, criada pela LATTOOG foi premiada em 2009.

Esther Pedro Alexandrino e Roberto

Pedro e Esther

Esther a primeira filha de Pedro Alexandrino de Mattos e Rita Menna Barreto Mattos – a história!

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 PEDRO -FOTO DE ESTUDIO

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Pedro Alexandrino de Mattos

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Novembro de 1929 – ARAXÁ –

 O sexto filho: Roberto Menna Barreto Mattos

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Neto de Roberto M. B. Mattos

Filho de Geraldo Vianna Moog e Elizabeth Menna Barreto Mattos

Pedro  Moog

Rio de Janeiro, 2000.