A balança interna! Uma medida cada dia! A energia entra e sai… O perigo. Quem nos vê também percebe que oscilamos… E as plantas! O verde! Mexer, remexer, a conversa… Nos vasos elas estão escravizadas… Sem gramado nem floresta. Sem quintal. Como nós, domesticadas! Passamos a ser apenas o que os outros esperam? Adaptados, sobrevivemos.
Ouço a música da cidade, olho pro verde, e o movimento das folhas faz a dança…