É péssimo

A vida tem segredos… Acontece tão depressa Cláudia! E por nada! E por tanto! Em que enorme solidão nos enfiamos para querer voar assim? Voar! É chegar ao outro lado… Existe mundo do outro lado? Segredos amigos! Traiçoeiros? Não sei. O caminho, o cheiro, ou um agrado, uma cenoura… Aquela.  Mais do que tudo o mais. Quando queremos vamos… Aliás, nos atiramos! Não importa nada,  seguimos. Queria que tivesse sido diferente! Queria ter conversado contigo, mas não consegui! Perdoa!  Tu a menina! Parece injusto! E de repente não estás mais aqui!

Acho péssimo envelhecer!

Um dia com sol, outro com lua, e preciso usar óculos. Ah!  Se males fossem apenas estes! O meu tardio carinho amiga! Elizabeth M.B. Mattos – 2013 – Torres

Verde com preto

Verde com preto

Lembrança traiçoeira. Pintura da ilusão: biográfica. Humano, exercício do olhar. Capim no risco branco. Verde, preto,  flor. Na trepadeira da janela o maracujá fruta. Redondo. Palavras imprecisas. Fotografias. A história se debruça… A janela abre luz.

ARTIGO VEJA

ARTIGO VEJA

“Está cada vez mais difícil, em nosso mundo de hoje, encontrar inocentes. No exato momento que estiver lendo estas linhas, o leitor poderá muito bem estar sendo culpado pela prática de algum delito sério, mesmo que não saiba disso – e provavelmente não sabe. Como poderia saber? As noções de certo, de bem ou mal ou justo e injusto, cada vez mais, são definidas por dezenas de ‘causas’ em relação às quais é indispensável estar do lado correto. E que lado é esse?”

002p. 114-115/ 24 de abril, 2013 VEJA J.R. GUZZO

“Não me sinto qualificada para distinguir o que é bom ou mau para um Estado, para uma cidade, para uma pessoa. Entre todos e tudo, só um único indivíduo me interessa. Esta é minha doença, minha obsessão, e ao mesmo tempo alguma coisa que de certo modo me pertence e me foi confiada para que a julgue segundo meus critérios.” A política jamais me fascinou – 21 de abril de 2013. EMattos

Não somos mais nada. Oscilamos! Tudo vai dar confusão! Estamos cada vez mais ovelhas assustadas?E não fazemos nada…

Rio Grande do SUL

Rio Grande do SUL

Rio Grande do Sul, ao tempo dos primeiros povoadores, carta do mestre de campo André Ribeiro Coutinho no ano de 1737 ao seu superior:
“A este país, meu senhor, tenho chamado a terra dos muitos, e ouço Vossa Mercê a razão. Na verdade, há muita carne, muito peixe, muito pato, muita marreca, muito pântano. No verão, muita calma, muita mosca, muita mutuca, muito mosquito. No inverno, muita chuva, muito vento, muito frio, muito trovão. E em qualquer tempo, muito trabalho, muita faxina, muito boa água, muita esperança e muita saúde para bem servir a Vossa Mercê.” (p.12)
Luiz Carlos Barbosa Lessa. Nativismo. LPM Editores

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FOTOS de ANA MARIA VIANNA MOOG

Abraçar a beleza

O que é bom ou mau para o Estado, para  acidade, para o país?  Conhecer a polis, a política, e conversar, sair de mãos dadas com a vida. Mudar. Aprender. Reagir.  Reagir a violência, maldade, corrupção. Ao excesso de  poder.  Mercado de favores.

Caráter.  Boas intenções.  liberdade.  Por que  agressão gratuita, invejosa; e prepotência  risonha?

Vamos abraçar a beleza. Ao mar…

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Foto do Blog http://thefullerview.tumblr.com/

Padrinhos e cartões

Padrinhos e cartões

Suzana Coufal, Anita e Roberto Menna Barreto Mattos, Tânia Assis Brasil, Maria Benedita e Telmo de Athayde Bohrer, Margarida Coelho de Souza e Maricota Kroeff

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Caio Ribeiro, Sr. e Sra. Evory Schmidt, Lurdes Vianna Moog, Sra. Ana Maria e Aroldo Rodrigues, Sr. e Sra Airton Schuck

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