LATTOOG no trajeto

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Fui ver o espetáculo do TIM MAIA, Vale Tudo – o musical.  Maravilha!

Fui ver o mar de Copacabana, de Ipanema, do Leblon.

Pizza no Café e Restaurante Alessandro& Frederico tão perto de casa!  Não esquecer O Pavão Azul em Copacabana.Pão com bife no Paz e Amor da Garcia D’Ávila,- risadas e boas conversas! E passar no vegetariano também é pedida. Lacrimejar com o metrô na Praça Nossa Senhora da Paz… Instituto Moreira Sales no Leblon A vida em Movimento com as fotos de Jacques Henri Lartigue:

“Hoje havia muitas sombrinhas chiques e, como sempre, chapéus divertidos, imensos ou ridículos”

Diário, 1910.

way cultural 02

E o ponto alto foi visitar RIO DESING  Leblon: “A Way Design convidou os designers Leonardo Lattavo e Pedro Moog, da Lattoog Design, para a sétima edição do Way Cultural. Com curadoria de Sergio Zobaran -, POENTE. O pôr do sol na praia do Leblon foi a grande inspiração da dupla para compor cinco modelos de cadeira. E os desenhos que estampam o calçadão agora estampam o encosto das peças. O charme da pequena mostra fica por conta da instalação que recebe as cadeiras e remete a praia, assim como as cores dos objetos de desejo, inspiradas no sol, na areia, etc. Outros criações da dupla estarão presentes, como cinco relógios inspirados no Rei-Sol asteca, e as cadeiras Temes, Hapi e Pantosh. “Poente” é, sobretudo, uma comemoração aos 8 anos de parceria entre a Way e Lattoog Design – e a gente dá força para que dure ainda muitos e muitos anos!

E muitas, todas as passeatas.

Coração tão Branco

“Agora eu via claro: não é que não soubesse como, mas era uma superstição o que o paralisava, não saber o que pode dar sorte ou azar, falar ou calar, não calar ou não falar, deixar as coisas seguirem seu curso sem as invocar nem conjurar ou intervir verbalmente para condicionar este curso, verbalizá-las ou não fazer advertências, pôr em guarda ou não dar idéias, dão-nos porque nos previnem, e fazem que nos ocorra o que nunca teríamos concedido.”(p87)

Coração tão Branco – Javier Marías. Companhia de Bolso

RioSãoPauloPortoAlegreBrasília

Muda Brasil! Padrão Fifa! Saúde, educação! Por que não? Vozes! Transporte. Modelo automóvel, falência. Ônibus. Metrô. Novas vias. Seriedade. Acorda gigante! Responsabilidade Dureza pegar o ônibus! Perigo, pneus. Freios? Clara Saraiva. Desgoverno. Superlotado. Mau cheiro. Goela abaixo. Decisões. Técnica de proteção. Sem fogo, sem violência, sem vandalismo. Sem. E ponto com. Com justiça.  Dizer. Junto. Thiago. Pedro, João Guilherme, Maria, Beatriz, Elizabeth, Nádia, Suzana, Simone, Sérgio. Paulo. E separados. Respirar. Protestar. Sem abuso. Desperdício, injustiça. Pânico. Inflação. Vermelho. Dívida. Fantasia. França. Mágica. Desespero. Carrossel! Palavras vazias. Quem? Brasil! Quando? Momento certo. Futebol! E o mundo. Thaiti. Boa hora! BASTA! E juntos! Desmoralizar? Reprimir? Injustiça. Japão. México. Roubo. Vandalismo não nos representa! Voto consciente, tanto quanto político consciente. Intolerância. Insatisfação!

É fácil amar?

” Maturidade emocional é a relativa capacidade de amar. Aonde existe o medo de ser ferido, de desapontar-se, a maturidade emocional não existe. Maturidade emocional significa não ter medo de pagar o preço pela vida, o que inclui mágoas e desapontamentos ocasionais. É não ter medo das próprias emoções. É saber que podemos doar boas ações aos outros, envolvendo-os com nosso calor, conforto e ternura e isso é mais importante do que aquilo que possa acontecer conosco. Significa tomar decisão completamente interiormente, percebendo que não se pode ter tudo ao mesmo tempo. Há sempre um preço a ser pago. Maturidade emocional é saber o que se quer; querer o que se pode ter e estar disposto a pagar por isso.” Guia Pathwork

Olá, caro estranho

Olá, caro estranho

A americana Hannah Brencher venceu a depressão escrevendo cartas para gente desconhecida, matéria de Blanca Castro

“Em tempos de e-mails e redes sociais, escrever cartas pode parecer algo antiquado. Não para a americana Hannah Brencher 24 anos. Foi de posse de caneta e papel que ela conseguiu superar tempos difíceis em 2010, em uma noite fria de outono em que Hannah voltava de metrô para casa. No trem avistou uma senhora cabisbaixa, com olhar muito triste, e decidiu rascunhar palavras de estímulo para ela. (…) ‘Resolvi que, daquela maneira, poderia melhorar minha vida e a de gente que estivesse em situação similar’, diz. Isso porque sentiu uma enorme felicidade em traçar aquelas linhas. A ação foi repetida 400 vezes nos dez meses seguintes, (…) deixou envelopes sem remetente e destinatário em parques, hotéis e cafeterias e outros cantos para quem quisesse abrir e ler. (…) Para fazer suas cartas anônimas chegarem aos corações mais necessitados, anunciou em seu blog a iniciativa. No outro dia, uma centena de pessoas tinha enviado e-mail implorando por suas palavras. Era todo o tipo de história, da mãe que perdera o filho ao garoto diagnosticado de câncer. No ano seguinte, Hannah Brencher quis converter o hobby em trabalho sério e fundou o site colaborativo The World Needs Love Letters (O mundo precisa de mais cartas de amor). (…) Ela descobriu o poder das letras, em parte, por causa de uma imposição familiar. Quando Hannah saiu de casa, a mãe, deixada em outro estado, decretou que, em vez de notícias pelo Facebook, queria manter uma correspondência tradicional. ‘Ela me deu motivos para esperar ao lado da caixa de correio’.” P.42/ Cláudia / Junho 2013.

A matéria entusiasmou. Posso ampliá-la apesar de Hannah Brencher já ter missivistas voluntários no Brasil. Gostaria de criar uma nova rede de cartas anônimas. Como faríamos isso? Dariam um endereço pelo correio, ou um endereço eletrônico? Ou usaria o Blog para este ir e vir de cartas? Responderia através do amorasazuis.  Mas não tenho 24 anos. Se alguém se interessar, estou disposta a tentar. Uma ideia americana com um jeito brasileiro. Adoro correspondência! No final deste post, no comentário o e-mail, o nome fictício, o problema, a pergunta.