poeira na chuva

se eu dançar acerto, ah!

se eu seguir o teu gesto, teu abraço, tua voz,

eu danço.

se me amas, eu te amo,

se te perseguir, eu te encontro

coisas de coração desnudado: confissões e gritaria.

ah! meu amado perdido, eu te quero tanto!

agora, hoje: sem pejo, nem tempo, neste despedaço envelhecer eu te amo. Elizabeth M.B. Mattos – abril de 2023

na poeira da chuva escrevo, na trovoada da tarde, neste desanimo cansado, como seria um desânimo festivo? teu beijo manso

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