o perfeito chega e me sacode

“Crueldade inominável é não se perdoar de fatos do passado, fatos que as vezes beiraram o período lindeiro a algum tipo de dinossauros (como perambulavam em Torres, nos 60s e 70s), assumindo que tais fatos mudaram o curso da vida. Sim, decisões mudam o curso da vida, a qualquer tempo.

Aquele noivado rompido na véspera, por razões tolas, com a melhor mulher do universo. Ah … como teria sido tudo diferente. Fazem quase 60 anos e continua martelando. Ora …

2 anos. 10 anos. Faz uma diferença enorme. Tão grande que deve ser foco o hoje. As decisões do hoje serão as responsáveis pelos cenários do amanhã. Será que serão só mais 2 anos? ou 10 anos? mais ou menos?

A consciência do que o hoje é um presente, preparado pelas decisões do ontem, faz com que os seres humanos devam impulsionar-se para sair rápido da cama e viver o presente (sentido figurado ou não) intensamente. 

Perder neurônios, já escassos, para rever a decisão da ruptura daquele noivado,  não o restabelecerá.

A energia do ser humano deve estar focada naquilo que ele controla … os outros, em roda, devem aprender que nesta quadra da vida “dois pingos” na camisa são feios, mas não são desastrosos. O conceito faz o desastre, não os pingos. Se o conceito persistir … dane-se. 

O maior conceito é de que daqui há muitos anos (oxalá) não sejam as mesmas reclamações, porque faltaram decisões no hoje. Os mergulhos nas mazelas dinossáuricas embaçam o olhar. Não é não, para impedir que o incontrolável assuma o comando. É complicado, mas possível.

Cães serão sempre aqueles que farão xixi nos postes.

Hoje. beijo”

Outro beijo. Os beijos todos que não consigo dar porque estás longe. Os resmungos constroem…, eu acho, mas enjoam, é claro. Vou abrir a porta e vou, vou, vou… Sei lá! Esta mania, este temperamento costurado de retalhos vitimizados… Claro! Quando cito a geografia do tempo não lamento o fato, a liberdade, o depois… Ah! Tu sabes que não lamento, intimamente, tu sabes porque eu me esbaldei, usufrui e dancei, consegui cantar e ver o invisível daquelas cidades em que vivi… e do mundo aberto / livre que pude ter / ainda tenho. Tu sabes. Faço o que me permitido, e muito muito muito do proibido, com máscara ou sem máscara. Teimosa! Teimoso! Eu te gosto. Beijo. Elizabeth M.B. Mattos – fevereiro de 2024

Tu és impecável, todas as tuas cartas são azuis, não, são violetas, não, são dentro do cinza, bancas… tuas cartas são… Tuas. Beijo

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