surpresa

Surpresa, susto! de repente! Dia de empacotar, passar as fitas, escrever bilhetes. Comer bolo de chocolate, gostosuras. Depois, depois me surpreender. A velhice é mesmo muito velha: esquisito constatar. Então, eu converso contigo! Tu me olhas sem surpresa e falas, e falas. Escutar o que dizes acalma o passado, organiza o dia. Eu te ofereço um cálice de vinho. Rimos os dois. Este agora é um presente cheio de guizos e com nossas expectativas de meninos. Quase Natal! Elizabeth M. B. Mattos – dezembro de 2024 – Torres

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