enredo contemporâneo

Meu querido amigo, estás longe, mas te sinto perto. Pensei nos espetáculos! Queria tanto ter a tua opinião / teu entendimento para este espetáculo! Teatro / atores / vilões e heróis. Palco e plateia. O fantasma da ópera trouxe paixão / ciúme. Gaston Lerou / o Duc d’ Anjou, deixou um rastro. Quem não se deliciou com a ópera / música e tudo? Estes eram / foram / serão o deleite. Hoje o teatro perdeu o encanto, ou melhor, entrou no nosso cotidiano como / como / feito julgamentos com cadafalsos / solitárias… Tens assistido aos espetáculos? Reis enlutados na vaidade, com suas capinhas negras! Vaidade é a palavra / sucesso e brilho de um agora / instantâneo cheio de brilho loquaz. As togas: veludo e cetim de outrora. Pasmo! O espetáculo segue. Estou fascinada assim mesmo. O teatro sempre foi / será o ensinamento… A verdade possível. Este é o nosso HOJE, o possível silencioso de assistir, quase sem curiosidade ou impacto, por compromisso com o dia… Vamos aos julgamentos, de certo para apreender. Sinto tua falta, volta logo. Elizabeth M. B. Mattos – setembro de 2025 – Torres com vento…

Deixe um comentário