Será que se deve continuar. Questões moais e dúvidas: ou bem isso ou bem aquilo: e assim por diante, até que surja, finalmente, de uma cascata de alternativas, um ato puro – isento de qualquer remorso, de qualquer hesitação. Não é nada fácil decidir, escolher, nem enfrentar o não tanto quanto sim… minha escolha, não o brinquedo do acaso… vai que era e não quero, ou quero e nem foi? Se eu amo: ou bem tenho esperança e então vou agir; ou bem não tenho nenhuma esperança, renuncio…. ainda, não tenho nenhuma esperança, mas contudo… obstinadamente, escolho não escolher, escolho a deriva: eu continuo. Elizabeth M. B. Mattos – janeiro de 2026 – Torres