outra vez eu te escrevo, meu querido, para desabafar o impossível de dizer. sim, não dormir me daria tempo, grande e bom e silencioso tempo de / para escrever: eu seria / continuaria, feliz, leve e alegre. ah! estes ingredientes de bolo, tão complicados para misturar… como eu poderia contar o que já foi, infinitamente, difícil de viver… repassar / contar / reviver? sei lá. mas igual te escrevo para te dizer obrigada. quando sei que estás atento, perto, embora tão distante, eu me sinto melhor. Um beijo. Elizabeth M. B. Mattos – janeiro de 2026 – Torres