sono que não me quer

…conversa que não termina, atalho esquisito: fazer, fazer, fazer fica, ali, um fazendo parado.

meu querido, saudade eu sinto… estás tão longe! nenhuma lembrança me agarra com ternura, estou no vazio, sento ciúmes… egoísta escolhi diferente… o conselho? escolher ficar, apesar do pesar, ficar, o silêncio de se ser sozinho atordoa, te confesso. sinto também saudade dos pequenos cinamomos. Elizabeth M. B. Mattos – janeiro de 2026 – Torres

Deixe um comentário