Quarta-feira: conversei com o JMB bem cedo, ele já estava na firma. Comprei presentes gregos para a L vou fazer festa para recebe-la, é claro. Amanhã, as novas lentes / para ler / estarão prontas. Fiz uma caminhada. Todos perguntaram pela Ônix. Temperatura mais amena. Eu feliz. O tamanho da felicidade é a L se aproximando. Queria ter comprado abacaxis.
15 horas
Dia de muito sol. Vi dois filmes, o que é mesmo um excesso. Pela metade, sempre partidos / vejo pela metade, e também acompanhei a vinda do Macron (presidente da França) ao Brasil, bisbilhotando a Amazônia, / ou sei lá. Tudo tão absurdo e evidente ao mesmo tempo. Eu me irrito, inacreditável… – sei lá! Tudo tão carnavalesco! Então eu penso no pai, na mãe, pessoas pensantes, objetivas! E penso em tudo que pensar possa significar. Estou me sentindo cansada / é o corpo / é o pensar / o peso natural / a idade parece tanta!
Recolher a roupa lavada / na ansiedade fiz mais dívidas no cartão: comprar o que já tenho / e a toalha pra mesa é menor do que a mesa (q. droga!) – bem esquisito isso. O que preciso é interno ou menor também (risos) – talvez precisasse – talvez eu precisasse apenas descansar o cansaço, suado, ou exausto do fazer – e, voltar a escrever com o valor pesado, o peso de um fazer // o que é preciso é fazer, tentar limpar o dia / a casa e todas as certezas prontas… polidas. A beleza transpira / transpira / inspira / transforma / muda as formas / o começo respira.
18 horas
Mais um pouco de política de pior qualidade / vou deitar agora. Futebol é legal! Duas horas / vi episódio dos VERMES… Não esquecer de buscar meus óculos sábado / passar na farmácia.
30 de março 2024 / sábado. Depois de uma chuva noturna um dia esplêndido com sol e brilho // ontem fui a praia com a Ana e almoçar com ela e o João, no Souza. Dia daquelas alegrias plenas / inteiras ou picotes, não sei. Elizabeth M. B. Mattos – março 2024 – Torres