envelheci dos trinta para os quarenta anos…

depois vivi… vivi com tal e tanta intensidade que nada mais importa / claro, quando se vive a vida, não as plásticas de embelezamento e enganação (sou contra) /nem as dietas e convenções, estou me referindo a viver: acordar triste, chorar. estar alegre porque a borboleta é pura beleza! viste? pousou tão perto! porque hoje comprei cerejas… mas tô com saudade das laranjas / do sol de inverno… saudade do beijo apressado, de te mimar… tanto tempo longe! dos trinta anos para os quarenta era um jogo de xadrez e soluções, em cheque: entendi bem, o tempo passa… alegria transborda: sinto a exata sensação de estar aonde estou e feliz.

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