uma pergunta desarrumada nesta minha tentativa de ordem: vivi tantos períodos de sobrevivência / susto e tomada de rumo mergulhada numa energia pequena temperada com alegria… se um dos agentes centrais me perguntasse queres voltar? vamos terminar de fazer as coisas juntos… pois é, deve ter muita coisa partida, eu diria, não não quero. insististe, tá difícil aí, terias facilidades, gosto e levezas… eu repetiria, não. não quero mais. e confessaria, eu nunca quis, foi passagem, foi ficando longo, cômodo, mas foi apenas ficando… desajeitadamente ficando. Elizabeth M. B. Mattos – fevereiro de 2026 – Torres ( pensei, talvez ninguém me quisesse mesmo de volta… estou delirando)