narrativas flutuantes são / permanecem / brotam sempre contraditórias e íntimas. vamos retirar a saudade / lembranças, objetivar o susto. estatelada em baixo do chuveiro, sem quebrar nada, só o ridículo de cair e levantar bem depressa pra que o susto não surpreenda. aventuras de verão. perdi a colheita dos tomates / já estão na terra virando semente again. o que resta? tua presença ansiosa como a minha… estamos, os dois, estupefatos com este verão misterioso, e, decepcionante… estávamos, tu e eu, esperando, a surpresa das estrelas. bem querido, elas devem estar nos esperando… Elizabeth M. B. Mattos – fevereiro – 2026 – Torres

MarinaPfeifer