armadura, ou alma? se as escolhas se envolvem com a alma não com castelos nós tropeçamos… os presídios nos aguardam, sem margaridas, com celas, grades e pedacinhos do céu se forem em torres. afinal, sobreviver tem uma doçura amarga de superação. as histórias se empilham… os desencontros, as tristezas azedas, algumas lacunas podem deixar o ar passar… ah! viver tem esquisitices que se grudam ao corpo, e deixamos, assim, de nos reconhecer… o mito da felicidade na ponta do arco íris. Elizabeth M. B. Mattos – fevereiro de 2026 – Torres





