carta errada

a gente engole / digere, depois sai andando. faz o exercício, a tal musculação e funciona. embaralha tudo, e descarta do jogo, não o coringa, mas a carta errada / a carta ficou fora do baralho? distração completa, não está no jogo…. de repente a gente se dá conta que está jogando sozinho, sabe que não importa? pois é. a surpresa para o que era o bom da rodada tá fora do jogo. simples assim. não era jogo, mas vida. na verdade, o trunfo é interno e nada que seja aparente, nenhum castelo encerra alegria. nem o que a gente chama de realização ou sucesso é possessivo, mas compartilhado. confuso. o nosso time, somos nós e a nossa vontade, ufa! Elizabeth M. B. Mattos – fevereiro de 2026 – TORRRES

Deixe um comentário