despedaçado amor

nostalgia aguda. amor despedaço que tenho por mim mesma. eu me esforço, alimento o querer, decidir, voluntariar. projeto no outro um sentimento esfarrapado, o meu. meus cães / minhas saudades, amores submissos / entregues. passarinhos tão alegres / laboriosos e fiéis, livres, ah saudade da Dark, Ônix, Coca, do Chima, Mia a gata amarela, ou a gata preta sem nome selvagem, tão minha também! aonde as batalhas? perdidas guerras, todas. eles / amaram, aceitaram, e, se submetem… e nós? e eu? o que eu faço? choro pelos cantos. Elizabeth M. B. Mattos – março de 2026 – Torres

muito muito quente por aqui… muito quente o sentimento, o dia, a saudade: escondidas vozes… amar tem este gosto despedaçado, esfarrapado do impossível no possível.

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