esplêndido quando usamos a chave e abrimos portas proibidas sem medo: não podemos nos esquecer de explorar, apreender, prender dentro o que importa, aos poucos, aos poucos um certo medo vai nos enclausurando no mesmo… o mesmo do mesmo, nada tão proibido que este espelho. a coragem é solitária… eu sei… amedrontadora, mas não podemos encerrá-la nem libertá-la artificialmente… coragem meu amigo, sem bengalas, experimenta. viver é muito bom! Elizabeth M. B. Mattos – março de 2026 – Torres
ah! um calor pegajoso e já não é mais verão
