Esther Pedro Alexandrino e Roberto

Pedro e Esther

Esther a primeira filha de Pedro Alexandrino de Mattos e Rita Menna Barreto Mattos – a história!

005

 PEDRO -FOTO DE ESTUDIO

006

Pedro Alexandrino de Mattos

008 (4)

Novembro de 1929 – ARAXÁ –

 O sexto filho: Roberto Menna Barreto Mattos

009

Neto de Roberto M. B. Mattos

Filho de Geraldo Vianna Moog e Elizabeth Menna Barreto Mattos

Pedro  Moog

Rio de Janeiro, 2000.

Chácara – Parque Saint-Hilaire

 Foto na Chácara: 

Arnaldo Ferreira, Felizberto, Fidelis, Roberto M. B. Mattos (em pé atrás do

Flávio) e Flávio M.B. Mattos (sentado de chapéu, com gravata).

O  menino é Vannius Ferreira Mattos.

Imagem

Vannius, filho de Flávio Menna Barreto Mattos em pé na pedra.

002

A  Chácara hoje é  o Parque Natural Saint´Hilaire

O nome do Parque Saint´Hilaire é uma homenagem ao biólogo francês, que esteve no Brasil em 1820, Augustin François Cesar Provensal Saint´Hilaire, estudioso que contribui para os estudos da flora e da fauna no Rio Grande do Sul.

A história do parque confunde-se com a utilização da área. Criado oficialmente em 1947, como Jardim Botânico Municipal, foi enquadrado no Sistema Nacional de Unidades de Conservação em 2003, pelo decreto 14.289, passando a ter a denominação Parque Natural Municipal Saint´Hilaire.

O parque possui uma área de 1.148,62 hectares, com um perímetro de 18.920,79 metros, dos quais 240 hectares são destinados ao lazer e 908,62 hectares se destinam à preservação permanente. Localizado entre os municípios de Viamão (cerca de 89% da área) e Porto Alegre (cerca de 11% da área), no prolongamento da avenida Bento Gonçalves, é administrado pela Smam desde 1976.

O pai adorava a Chácara – tenho uma memória apertada / pequena daquela memória dele! E é como se as palavras / o som da voz voltasse… Não é saudade a palavra, mas V O L T A / tempo de estar com eles e sinto outra vez a casa da Vitor Hugo 229 em Petrópolis! As voltas. Elizabeth M.B. Mattos –  abril de 2013

Iberê em biografia

Imagem

Biografia da memória em cartas de três décadas: 1970, 1980, 1990. Memórias Inconclusas não foi pro prelo. O Eu Iberê está no livro Gaveta dos Guardados. Amizade, fidelidade, e amor.

E as memórias guardadas nas gavetas do ateliê da rua das Palmeiras, no Rio? E as de Nonoai em Porto Alegre? E a das gavetas de Búzios? E aquela nas pastas esquecidas  em Torres?

 006

003

“Quando fui convidado por Dona Maria Coussirat Camargo para levar adiante a tarefa de edição, recebi um volume organizado por Flávio Tavares e Elizabeth MattosMemórias Inconclusas. Foi a partir desse material (…)”

Augusto Massi

São Paulo – Editora da Universidade de São Paulo, 1998.

 Pouco foi alterado da organização original…Perdi a intimidade com Iberê.

São Paulo, quinta, 21 de maio de 1998 
Texto Anterior | Índice

Polêmica sobre Iberê pode acabar na Justiçada Reportagem Local 

A polêmica em torno do livro “Gaveta dos Guardados”, com as memórias do pintor Iberê Camargo, pode acabar nos tribunais. O jornalista Flávio Tavares e o professor de literatura da USP Augusto Massi, que reivindicam a organização da obra, ameaçam processar um ao outro na Justiça.
Massi lançou o livro ontem à noite em São Paulo. Seu nome aparece apenas na ficha técnica como organizador. Na introdução, defendeu-se e citou os nomes de Tavares e da professora Elizabeth Mattos como pré-organizadores.
“Quando fui convidado pela senhora Maria Coussirat Camargo para levar adiante a tarefa de edição, recebi um volume organizado por Flávio Tavares e Elizabeth Mattos: “Memórias Inconclusas’. Foi a partir desse material que comecei a trabalhar”, diz o texto de apresentação do livro.
Ontem, pelo telefone, de Buenos Aires, onde mora há 15 anos, o jornalista Tavares disse à Folha que “é este exatamente o problema. Massi editou o material, não organizou. Já estava tudo organizado”.
Tavares disse estar “pensando” em acionar Augusto Massi na Justiça por infâmia. “Ele falou muito mal de mim na imprensa, como se eu estivesse querendo dinheiro”, disse o jornalista. “O livro é do Iberê, só sou contra que ele se arvore como organizador porque não é verdade. Praticamente nada do que fizemos foi mudado.”
Augusto Massi também disse à Folha estar pensando na possibilidade de processar Tavares por calúnia. “Ele não pode me acusar de usurpador da tarefa de organizar o livro. Foi a viúva do Iberê quem me convidou, e é ela quem detém os direitos autorais sobre a obra dele”, disse Massi.
A viúva do pintor, Maria Camargo, confirma a versão de Massi de que o convidou para terminar o livro, já que Tavares não conseguiu editora. Segundo Tavares, a tarefa de organizar o livro com suas memórias lhe foi dada pelo próprio Iberê Camargo cinco meses antes de sua morte, em 94.

Texto Anterior | Índice

 

 

Música

 A música para pessoas sensíveis é a única arte que faz renascer todos os sentimentos e todas as paixões… De um modo estranho, inconsciente, enigmático. Indagaram a Beethoven como e por que escrevera a Apassionata. Ele respondeu: Leia a Tempestade de Shakespeare!