Avoados

O estabanado causou danos. Avoados amores inacabados, turbulentos. Por que não confessar?Inconsistentes. Amores abandonados, não amados. Viagem em fantasia de querer segurar, ser e beijar, abraçar. Arrepiar, sentir, tocar, estar, entrar, cair! O que se esquece nem foi, já passou. O trem rola apressado pelos trilhos, o avião voa alto, e as estradas excessivamente lotadas. Quanta distância! Como te encontro neste meu esquecimento? Este tempo não se apagou. Está para sempre na memória da nossa história,  opaco. Elizabeth M.B. Mattos – março 2014 – Rio de Janeiro

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2 comentários sobre “Avoados

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