Ciranda Cirandinha

Torres com vento, vento nordeste, aquele vento já grudado na infância da praia agreste. Conversa com mar marrom. O vento sacode areia na peneira azul do pescador. O vento dá voltas, volta inteiro para trás!

Copo vazio. Cabeça transborda luzes natalinas. Reiteradas  notícias, duvidosas, assediadas. Estupefação! Velho medo. Desconhecemos o vazio desta novidade televisiva. O revólver, o estupro, outras flores esmagadas…

Uma xícara de chá, depois a raiva. Certeza pequena. Mentira, realidade, e mais vento. Estupefação. Teremos ministro? O que é mesmo que acontece? Quem é esta senhora raivosa que se apresenta positiva? Vamos recortar personagens, todos, recontar a história, fechar a repulsa, recomeçar modesto, singelo, sem prepotência. Cantaremos CIRANDA cirandinha vãos todos cirandar!

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