amores contrariados

A história desses amores contrariados foi outro dos assombros da minha juventude. De tanto ouvi – la contada pelos meus pais, juntos e separados, achava que estava completa quando escrevi La hojarasca, meu primeiro romance […] Os dois eram excelentes narradores, com a memória feliz do amor, mas chegaram a se apaixonar tanto em seus relatos que quando finalmente decidi usar esta memória em O amor nos tempos do cólera, eu ,mesmo passado de meus cinquenta anos, não consegui os limites entre a vida e a poesia.” (p.47) Gabriel Garcia Marquez – Viver para Contar

… e desta leitura só me encontro com amores amados, não os contrariados que me deixam amarrada neste vazio de imaginar que é possível. Aonde o amor de verdade? Elizabeth M.B. Mattos – Torres, julho de 2017.

Pierre Bonnard                                      tela /quadro de   Pierre Bonnard

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