sem título

Isabel fecha os olhos e Francisco acaricia a nuca. De leve. Os dedos apertam, também de leve, o ventre. A mão descansa na perna. Isabel sente o corpo se contrair e o suor escorre pelas têmporas. Elizabeth M.B. Mattos – março de 2018

“Eu vivia obcecado com as fotografias. […] ficava instantes perdidos a olhar para aquela mulher nua, tão alheia, tão bonita. Passava os dedos pelos seios pequenos e as pernas altas. Adormecia e voltava a encontrá – la em sonhos, e agora ela desfilava ao longe – não como uma pessoa, mas como uma paisagem. Só os pássaros sonâmbulos falavam comigo. ” (p.81) José Eduardo Agualusa –Sonhadores Involuntários TusQuets Editores, 2017

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