Nada de novo

eclesiastes

Recife,  Oficina Francisco Brennand

O tempo não deveria ser tão apressado! Eu não devo ser tão sedenta inquieta vulnerável, mas sou. Não há nada de novo na palavra, nem na vida …, nem dentro de mim: somos irremediavelmente iguais. Não há exposição nem vitrine, a verdade inventada ou real assusta. Relação perfeita, ou desastrosa incomoda. Cada um quer o mundo a sua imagem e semelhança …, não é preciso se debruçar tanto na carência nem ausência. Como me dizes, está tudo dentro de cada um, internalizado do jeito que é/precisa ser …, respetivo viver! Intransferível.

Sonho o  mesmo sonho sonhado por ti -, nudez igual, muda o jeito de olhar … Persigo e atropelo, mas esqueço sem te esquecer. Estás dentro da imaginação, a minha, e sinto prazer. E me debruço nas tuas vontades. As minhas vontades. Teu querer me satisfaz generoso. Elizabeth M.B. Mattos – março de 2018

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desde tão jovem eu me perdia/perseguia no olhar …, procurando procurando

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