“[…]como se nossas ações e nossa personalidade fossem em parte determinadas pela percepção que os outros têm de nós, como se chegássemos a crer que somos diferentes do que críamos ser porque o acaso e a passagem descabeçada do tempo vão mudando nossa circunstância  externa e nossas roupagens. Ou são os atalhos e os tortos caminhos de nosso esforço que nos mudam e acabamos acreditando que é o destino, acabamos vendo toda a nossa vida à luz do último ou do mais recente, como se o passado tivesse sido apenas preparação e o fôssemos compreendendo  à medida que se afasta de nós, e o compreendêssemos  totalmente no fim.” (p.152) Javier Marías – Amanhã, na batalha, pensa em mim

Apenas vou saber no ponto final. E na vida, e nas histórias, e nos encontros, e nas explicações, e no beijo, e no abraço, em tudo, … nunca quero chegar ao ponto final. E.M.B.Mattos

 

 

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