depois talvez quem sabe, morrer de vergonha

…, pode ser aquietar e voltar. Como ainda nem consegui sair …, abri outro livro de Orhan Pamuk – O Livro Negro.  Tempo para viver, fico a pensar enquanto leio. E volto. Embora desatinada, sem saber bem o motivo de voltar, volto. Que eu consiga chegar! É assim mesmo. Depois de cair e depois de esfolar joelhos e cotovelos, não desistir. Chegar. “Como gostaria de caminhar ao sol por entre os salgueiros, as acácias e as roseiras do jardim secreto protegido por muros altos em que Rüya, fechando cuidadosamente as portas atrás de si, mergulhava toda vez que adormecia serena.  Mas sentia um medo constrangido dos rostos que lá poderia encontrar: […]” (p.12) Também eu tenho medo de entrar no sonho errado. De falar com a pessoa errada. De dizer errando e equivocada …, bem! Depois, talvez, quem sabe,  morrer de vergonha! Elizabeth M.B. Mattos – setembro de 2018

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