Não dizer NADA quando se diz

Sentimento religioso – invocado para odiar e destruir – em todas as crenças conflui sempre no amor e na solidariedade, caso contrário será perversão ou aberração.  Diz a coluna de Flávio Tavares de domingo, 21 de outubro deste 2018. Correto como reflexão se fosse, minimamente, verdade este confluir no amor e na solidariedade. Roupagem suntuosa e palaciana. Nunca o medo do bicho homem esteve tão violentado pelo desejo do poder eternizado, o verdadeiro vilão desta história. E o homem que se propõe público escondido em máquina de fanfarrice inacreditável inventa, vira e revira, sobe ao palco. Para dizer desdizemos. Para explicar a criação se demoniza a palavra. Escrever é difícil porque somos ambíguos, escorregadios, tardios e, na verdade, amor e ódio se avizinham na paixão. Para dizer religião polir adequadamente o diabo. As pastorais precisam do rebanho, do cordeiro a ser imolado.

Sem citar nomes, critica o Bolsonaro. ” Não entendi o não citar nomes, então, o Flávio Tavares dá um ‘empurrãozinho’ citando o nome. E o que exatamente quiseram dizer com comunismo e bolivarianismo?  Comunismo de comunhão / partilha e divisão, … a ideia de Karl Marx – perfeita e justa para o mundo, desvirtuada. Acho que a selva deve seguir / continuar selva. Esta coisa de se valer de eleições democráticas para criar o demônio. Robin Hood, Tarzan, guerra fria, ou armada? Outra Revolução Francesa, ou …, preciso estudar HISTÓRIA e relações intencionais e humanas. “Dialogar francamente. ” Sem agressões, sem facadas, sem atentados sem Dallas, sem impunidade, com conversa e bons modos. E eleitor com clareza, sem distribuição de benesses sem lavagem cerebral, sem tortura, sem perigo, sem gritos sem exageros, sem apoio de jornais televisões, sem editorais, sem revistas. De preferência, sem voz. Bolsonaro resolveu não participar escreve Tavares, dos debates pela TV, aliás, tão criticados por serem tendenciosos, dizem por todos os lados os telespectadores, Flávio Tavares conclui: “Decidiremos no escuro”, “nunca pelo debate de ideias”, pois é …, nunca pelo debate que cá entre nós, duas horas definiria, esclareceria muito pouco. As ‘invencionices ‘ das redes’, como escreve o jornalista. Pois são elas que estão a polarizar o grande debate, ou o grande mal-entendido, ou definindo a grande Babilônia! Que frase de efeito genial: “E a eleição teria um tom religioso de sacralidade. Não de fuga. ” E eu penso, os candidatos não seriam quem são …, ou outros? E a piada de eleger um sentenciado não teria vingado. E a raiva não estaria no lugar do amor. E conversar seria possível… Elizabeth M.B. Mattos  outubro de 2018

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