distraída

Não é covardia, não é falta de vitalidade, não é desânimo. Falta força. Tocar os projetos …, fazer acontecer. Acreditar que Eu faria, conseguiria. Escrevo, escrevo e escrevo. Trabalho aos pedaços, falta vigor. Chove, troveja. Eu escuto. Cometo equívocos. O dia vai picado, sonolento, indignado, disperso. Procuro a palavra. Não posso estar /ficar tão absolutamente isolada. Vontade de correr ao teu encontro. E eu lembro, depois esqueço e recomeço. Estou sempre a caminhar distraída … distraída, avoada. Elizabeth M. B. Mattos – novembro de 2018 –

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