colheradas

…, às vezes os dias são assim tomados de saudade, e é difuso. Não vivi o que está nesta saudade, não faz parte da minha vida. Não vivi nada que possa significar saudade, apenas imaginei, e não se sente saudade da imaginação. E.M.B.Mattos – novembro de 2018

Paul Auster em Diário de Inverno – memórias escreve: “Fala agora, antes que seja tarde, e depois espera continuar a falar até que não haja mais nada para dizer. Afinal de contas o tempo está – se a esgotar. Talvez não seja pior poderes de lado por agora as tuas histórias e tentares passar em revista o que foi para ti viver dentro deste corpo dede o primeiro dia de que tens memória de estar vivo até ao dia de hoje. Um catálogo de dados sensoriais.”

Foto do Maurício de cotas caminhando na água

Esses livros são as colheradas com que tenho medido a minha existência.”Ian McEwan

 

 

 

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