“Torna -se difícil desvendar significados de objetos exteriores a nós, quando tudo se encontra e se esconde dentro de nós mesmos. O mundo somos nós e a paisagem, que passa, só serve para retratar as mudanças, que sentimos.”
E segue, farei recorte, porque posso pensar e dizer …, sem explicar nada.
“Discretamente gostaria de me encontrar com algumas pessoas […] Já outras, não gostaria de encontrar nem em catálogo telefônico. Mas cidade pequena é assim mesmo. Tudo é oculto. Tudo se sabe. Ama-se avassaladoramente, detesta -se visceralmente. Todos sabem de todos. Todos opinam sobre todos. Ninguém conhece ninguém.”
“Que venha vida! Deixarei acontecer tudo aquilo que, pela experiência dos que já passaram e existiram, sei que vai acontecer mesmo. Pois nada muda. O que antecede é sempre o melhor. quem arou, colha!
Última curva.
É aqui …” (p.82-83) Marco Aurélio Barroso …ela mora em Botafogo