outra pessoa

…, outra pessoa. Eu tento mudar. Entrar devagar dentro de mim mesma. Reconhecer a menina esquiva, arrisca, mas confiante. Guardo pedras e fitas. Imagino estar outra vez na frente da lareira, o fogo. Não existe tudo …, escolhas foram do jeito que foram, e somos do jeito que somos: uns mais tranquilos, outros menos. E tu estás amarrado na tua vida. Eu vejo o muro …, flores de maracujá se debruçam. Queria te dizer das manhãs, mas escureceu … Elizabeth M.B.Mattos – dezembro de 2018 – Torres depois de chuva mansa. Estou apaixonada pelo livro. Nunca  não existe. Estou / estás tão perto de nós!

Sentiu-se inteiro em si mesmo e não queria ser outra pessoa. […] Todos aqueles vestígios da sua vida pareceram cercá-lo e dizer:’ não, você não fugirá de nós e não será diferente, mas sim o mesmo que já era: com as dúvidas com a eterna insatisfação consigo mesmo, com as vãs tentativas de se corrigir, com os fracassos e com a eterna esperança de felicidade, que não veio e que, para você, é impossível”. (p.102-103)  Liev Tolstói  Anna Kariênina

 

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