delírio

Não é preciso que uma pessoa sofra de um delírio para se comportar de forma análoga. Ao contrário, uma pessoa, mesmo saudável, pode com frequência enganar-se quanto aos motivos de um ato, tomando consciência deles só depois do evento; para tanto só é necessário que um conflito entre as diversas correntes de sentimentos crie as condições para tal confusão.” (p.71) Sigmud Freud  a Gradiva de Jensen

Estranho sentimento que me arranca do real, não mais definido. Justo a indefinição, o vácuo. Não é delírio, mas realidade. Aquele sentimento caminhante rumo ao nada. Elizabeth M.B.Mattos dezembro de 2018

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