tempos difíceis

“Vivemos tempos estranhos” é frase repetida em todos os níveis. Tempos confusos, surpreendentes, cada dia uma chateação maior, uma confusão mais elaborada, uma perplexidade mais pungente. ( Ainda bem que nos salvamos com novidades boas: os bebês que nascem, as crianças que começam a trotar naquele encantador jeito só delas, os amigos que recuperam a saúde, a família que se encontra, os amados distantes que se comunicam mais, o flamboyant delirando em vermelhos surreais na rua.) Lya Luft Que tempos, estes! Zero Hora de 25 e 26 de março de 2019

Não consigo pensar, nem ler nem escrever. Viver e respirar, trepidante. Não consigo achar nem isso nem aquilo. Turbulência crescente. A lógica destes personagens escorrega. Há tanto para navegar!

Carta, gente, memória, tempo, mar, silêncio, tinta, lápis e repetições, não são palavras expressivas, mas minhas. Será? Como se escolhe a cor de uma fruta, de um vestido? Um perfume para ser cheiro. Água, luz, escuridão, neblina. E esta escolha se perde porque nunca pensei em palavras, volteios sobre elas. Arandelas! Expressar. Expressivo sorriso escondido que eu vejo nos teus olhos! As palavras se puxam, ou travam com nossa falta de habilidade, ignorância, desconhecimento. Elizabeth M.B. Mattos

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