vestígios

“Minha querida: perdoa o silêncio. tenho estado fora do escritório, ou em reuniões, ou procurando nosso lugar. Hoje vi um apartamento no Sion que me agradou. Fica num ponto ótimo e está em bom estado de conservação: três quartos com armários, suite e uma sala grande. Um corredor que pode comportar uma estante para livros. O aluguel é caro (seiscentos reais). Perguntei se seria negociável. Não fui a Pampulha ver as casas, por falta de tempo. Pretendo ir amanhã. […] Belo Horizonte, 2 de agosto de 2000″

Encontro com papel: dia de limpar para fazer / ser, ou estar

Presente ———————————————–Infinito

…………………………………PASSADO

Linha da batalha limitada pela força do passado e do futuro. Protegida do vazio. Do nada que tanto assusta! Raiz no presente sempre o presente. Não dura além dele. Beth Mattos

Para mudar a metáfora, ela é a calmaria que reina no centro do furacão, que ainda pertence a ele, embora dele seja totalmente diferente. Nessa lacuna entre o passado e o futuro, encontramos o nosso lugar no tempo quando pensamos, isto é, quando estamos distantes o suficiente do passado e do futuro. Estamos aí, aí em posição de descobrir o seu significado, de assumir o lugar de ‘arbítrio’ das múltiplas e incessantes ocupações da existência humana no mundo, do  juiz que nunca encontra uma solução definitiva para estes enigmas, mas respostas sempre novas à pergunta que está realmente em questão.“(p.158) Hannah Arendt A Vida do Espírito

 

 

 

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