do cinzento ao verão

Passando a ferro as roupas lavadas. Estranheza neste Eu. Calor. Almoço: tomates, verdes e carne e assado. Morangos e água. Bastante, muita água. Tanto calor! Ar refrigerado ligado. Direto. Um temporal deve estar caminhando, não ventando, vem devagar… Lento. Que o verão se refresque com  água. Gosto de refrigerante: vício. Ah! Gelo e limão! Tão bom!  Tempo das frutas. Saladas coloridas. Quanto mais cor, maior beleza. Acinzentou no meio da tarde. A luz carrega o olhar, se derrama nas pestanas… Será / serei eu suarenta ou somos/estamos todos esfogueados neste verão! Elizabeth M.B. Mattos – fevereiro de 2020  Torres e aquela saudade miúda de ser quem somos o que fomos. Era uma vez…e recortes

 

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