terra da memória

Trabalho solitário o de escrever = frase gasta/usada.

O perigo mora/está no solitário, neste estado de solidão. Privacidade, autonomia, e liberdade são o coroamento que chega devagar… Haja paciência!

A vida, concatenação de minúcias interrompidas, surpreende! Não aguenta a sobrecarga da intensidade. Ufa!

Afinal! Tudo passa e tudo voa na terra da memória, nossa condição humana: o passado nos dá este presente, embalagem para o futuro. Nada passa, nem voa sem que fique e estacione. Elizabeth M.B. Mattos – maio de 2020 – Torres

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