“A única maneira de se tolerar a existência é mergulhar na literatura como em uma perpetua orgia” Gustave Flaubert

Orgia boa palavra: com ela me aventuro por/em viagens incríveis e me embebo com beleza: mares, picos, prados e monumentais monumentos. Comidas exóticas e palavras, palavras em diferentes línguas. Intermediada por trens, aviões: máquinas maravilhosas que transportam…, balões. Intoxicar olhos e gestos em abraços e olhares: sentimentos. Agarro o tempo enquanto, atrapalhada, quero te escrever. Responder se faz sol ou venta, se transforma, no engasgo das reticências. E não me perguntes o porquê. Tropeço.  Simples assim. E não sei mais se dancei no mesmo baile que dançaste. Chega logo. Beth Mattos – julho de 2020 – Torresjanela coqueiros mais perto frente do predio pela janela.jpg

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