Johann Wolfgang von Goethe

Die liebende abermals / Sempre a amada

Por que já te envio de novo outra carta? / Tal pergunta, amor, não se faz assim./ Nada tenho, afinal, para falar – te, que tudo acaba nas tuas mãos enfim.

Se não posso ir, urge que algo te mande,/ Seja o coração toda a te ofertar,/ E o que sofra, me aflige, alegre, encante, / Já que o início ou fim nunca aí se há de achar.

De hoje, não queria nada te confiar,/ Do que aspiro, fantasio, quero, sinto./ De como te busca um coração reto.

Assim estive outrora a te admirar,/ Emudecida. E o que podia eu ter dito? o meu ser achava -se então repleto.

(p.55) Seleção e tradução de Flávio Meurer /Amor, Paixão e Ironia –  Ed. Civilização Brasileira – 1995

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  Ana Luiza Job – Elizabeth M.B. Mattos – Heloísa Pegas e Marta Luiza Aranha

– Catálago de Brotos – Cotillion Club – 1961 – Porto Alegre / RS

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