Terezinha Lanzini

  • Fiquei sem palavras. Os labirintos de tuas memórias, de teus desejos, de teus medos explodem no mar, nas pedras, no mar. Na solidão dos ciprestes, na solidão avassaladora, na fronteira entre o sonho e a memória, entre as frestas do sol. Maravilha de mulher.

Elizabeth Menna Barreto Mattos

O quê dizer? Mergulhar em tuas entranhas líquidas, transparentes de tuas confissões que deixas transparecer em teus escritos, de tuas viagens em direção ao mar às pedras, de volta ao mar; de tuas caminhadas sob buganvílias olhando pelas frestas do sol tuas fatias de escritora.

Confesso que não é fácil mergulhar nas entranhas de tuas escritas!

 O quê dizer? Mergulhar em tuas entranhas líquidas, transparentes de tuas confissões que deixas transparecer em teus escritos, de tuas viagens em direção ao mar às pedras, de volta ao mar; de tuas caminhadas sob buganvílias olhando pelas frestas do sol tuas fatias de escritora.Terezinha Lanzini – outubro de 2020 – Canoas

Terezinha Lanzini descreve a personagem: brota da leitura daqueles textos-fragmentos. O dia não esteve sobrecarregado, o feito se fez cedo. A casa, cheia de sol, entregou o silêncio para largas leituras. Sentada na varanda começou a desenhar os parágrafos. Escrever é oficio. Pensou: juntas, Elizabeth e ela, não eram apenas amigas, mas cúmplices. E.M.B. Mattos

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