sem defeito este inverno

Começar / refazer / ordenar pelas gavetas parece banal. Não penso que seja, ao contrário, ouso acredita em criatividade. De dentro para fora, e sem pressa de terminar… Ah! Quantas gavetas a serem surpreendidas! O cuidado pincela / ajusta o ânimo, e a força volta ao corpo. Este inverno sem defeito me deu um susto, educou meu jeito estabanado de entrar e sair refestelada nos desejos alegres. Afundada na cama, espiando o dia, desacomodei a dor e o susto. Deu certo. Não seguir confiando, ou melhor, confiar com cautela, a possível, reavaliar. Bonito de escrever, difícil de fazer. A sensação de equívoco volta: os erros serão iguais…, repetidos. Esquerdos. Se quero ser outra / nova / ou apenas Eu do jeito que sou, há que cortar memórias, sacudir lembranças. Doloridas ou excelentes, as ótimas são armadinhas. A cada escolha um nó de marinheiro… Curioso! Quero/desejo/imagino vidas, mas em todas elas me coloco/imagino /penso ser outra, sou eu, apenas eu, plantada em novo canteiro. Elizabeth M.B. Mattos – julho de 2021 – Torres num dia de sol, sol entrando / ou se instalando na sala.

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