sono

Às vezes tenho que inventar o sono, o corpo tá moído de cansaço, mas onde se escondeu o sono? E mesmo o sol, ou principalmente, o sol pesa nos olhos e nos ombros. A leitura fica desarrumada nas carreirinhas das letras, e, quero dormir, quero dormir sem sono, no meio do sol mesmo. Recomeço o movimento de limpar, lustrar, desfiar a música, balançar o corpo, mas estou presa neste dolorido do impacto. Às vezes pode ser uma palavra chamada notícia que inquieta, outras, o vazio ele mesmo, as picadas de dúvidas! Pois é! As respostas não são perguntas, mas fatos. E o fato está congelado. Elizabeth M.B. Mattos – maio de 2022 – Torres

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