FT – FHT

quero te perguntar das cores do céu, ou como o vento soprou ontem. quero saber se estás feliz e se a vida te cuida e abraça. quero saber se bebes café vez que outra, ou se comes um pedaço de carne, com certeza apenas legumes e saudades?! não sei. pessoas especiais, únicas, vivem numa esfera  multicolorida, quase transparente e obscura para os seres comuns. nunca saberei das cores, muito menos das nuances, soube do Camilo porque estava na televisão exibindo novo filme, arrasta a verdade, difícil verdade! bem, eu não sei como te encontrar, nem onde estás, ou se estás…

te conto que estou do jeito que sempre fui, velha, transparente, triste, e,  cheia de alegrias súbitas (como teescrever), ou a sorrir, triste. paradoxal? não. minha natureza é assim mesmo, mais a rir: enfeitar e sorrir, e, inventar.

se me escreveres vou acordar. um beijo, um abraço, outro beijo e aquele silêncio bom, próprio dos que se amam…

depois, sabes, vou falar sem parar, sem respirar, como sempre Elizabeth M.B. Mattos – novembro de 2022 – Torres

P.S. seduzido por um sorriso

P.S. olhos

P.S. um prato de arroz macrobiótico

P.S. ou, o inucitado:

uma professorinha perdida.

Cruzes! Que história!

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