voz desperta, obrigada

Entre tintas, odores, o movimento. Atordoada com a pressa… Nem pausa nem movimento, no imóvel ponto do mundo revoadas e pincéis. O mundo se refaz, eu olho, observo, vejo, mas não penso, acompanho. Deixo acontecer. Nem pausa nem movimento. Penduro o movimento, depois vou entender. Liberdade interior, desejo prático da mágica.

Ah! a beleza caminha, conversa e me agita. A onda, o mar, o vento! Renovada. Hoje volto a cozinhar e a pensar. Obrigada. As palavras se movem, a música se move no tempo, o tempo…

Amigo, lamento à infindável agonia das flores agonizantes. Estaremos juntos a baldear as águas! Vai ser um novo ano apenas quando o pesadelo nos acordar, urge esperar… Elizabeth M.B. Mattos – dezembro de 2022 – Torres

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