coisas de AMIEL

“Assim, embora a minha vida secreta tenha tido os meus tormentos, não atravessei os piores suplícios, os do amor desconhecido, do amor traído, da paixão tornada loucura, nem a separação de uma pessoa ou de um filho amados. Relativamente fui privilegiado. As provações da miséria, da humilhação prolongada, das cruéis enfermidades físicas passaram longe de mim. Tenho muitas graças a render a Deus pelo meu destino, que antes foi contemplativo do que ativo, mas que recolheu mais bens do que males sofreu.

Conclusão: levemos os fardos uns dos outros e, por conseguinte, pensemos menos na defensiva pessoal do que na na caridade. Se podemos ser úteis a alguém, sejamos – embora sem muita esperança nem encanto. Semear sem contar os grãos.” (p.365) Amiel – Diário Íntimo

…li, reli, transcrevi. trabalho as palavras dentro do meu coração… pois é, não sei… tenho graças a render, mas como gostaria de conseguir expor, contar os apertos e as dores, e as mágoas -, tentei ser contemplativa, mas a vida veio com ondas enormes que derrubam. era para ser mar tranquilo, de repente, aquela onda enorme que nos leva pro fundo… estranho viver. na confissão… pois é, gosto de estar viva, será isso? Elizabeth M. B. Mattos – abril de 2025 – Torres

Deixe um comentário