viver é coisa esquisita / ou na solidão, quase saudável, ou enfiado, um na vida do outro, entre respingos e tumulto a nada entender /
um se perde nesta esquina, outro se agarra naquela árvore, outro choraminga solidão, entre o silêncio e a baderna /// que confusão?
as tribos se perdem: flechas sem veneno, fogueiras danosas, índios perdidos, colonizadores saciados… e as cidades? cidades tristes, chorosas… que dor! Elizabeth M. B. Mattos – abril de 2026 – Torres / calor de abril abre os braços para o veranico de maio…